Partitura em 7 Dias
A partitura foi uma das coisas que mais me fizeram sentir uma fraude. Ela não precisa ser isso para você.
- Curso gravado completo, na área de membros [confirmar conteúdo]
Objeção quebrada: “Eu só sei tocar de ouvido e vídeo.”

Uma comunidade com aulas ao vivo, acompanhamento próximo e grupo exclusivo. Feita pra músicos que querem alcançar outro patamar na música, vida e carreira. Preencha o formulário e entre no grupo:
Lembra do primeiro instrumento? Das horas que passavam sem você perceber, tirando aquela música só pelo prazer de conseguir?
Agora responda com honestidade:
Você ainda toca bem, mas sabe que toca igual há tempo demais.
O seu solo começa sempre no mesmo lugar e termina na mesma frase, e você sente isso antes de qualquer pessoa da plateia.
Você tira música no vídeo, devagar, e pensa que um músico “de verdade” faria isso de ouvido.
Você já viu uma oportunidade boa passar e se pegou aliviado por não ter precisado provar nada.
Você ganha com música, mas o número no fim do mês não acompanha os anos que você já dedicou a ela.
E, no caminho de volta de algum show, já se perguntou se ainda dá para ir além, ou se é isso.
Se você disse “sim” para três dessas, o seu problema não é o que você acha que é.
Você está tocando
No palco, quando o retorno falha, o melhor músico do mundo força, desafina e erra sem perceber, porque não se ouve. Estudar sozinho por anos é exatamente isso. Não é falta de talento. É falta de alguém que te devolva o seu próprio som.
Eu sou o Carlos Jr. Comecei como o músico mais comum de Manaus: aula particular, show de R$100 a R$200 e uma vaga de violonista numa orquestra que pagava perto de um salário mínimo.
E eu tinha um segredo que não contava para ninguém. Eu me sentia uma fraude. Improvisava pouco, travava na partitura, não tinha um som que fosse meu. E era tão tímido que preferia que ninguém prestasse atenção em mim.
A minha estratégia era a que a gente aprende: se esforçar mais. Mais hora de estudo, mais aluno, mais show. Sozinho.
Até que a pandemia apagou as luzes de todos os palcos ao mesmo tempo. Eu vi a renda zerar e senti o chão sumir. Eu tinha construído a minha casa em terreno alugado. Pela primeira vez, pensei seriamente em largar a música.
O que mudou a minha história foram pessoas que me ouviram.
Um mentor na música me fez avançar em pouco tempo o que eu não tinha conseguido em anos sozinho, e descobri que o meu ouvido era um trunfo que eu nunca tinha usado direito. Um amigo no Rio, que me hospedou quando eu cheguei, olhou nos meus olhos e disse: “Você está sentado em cima do ouro. Para de enrolar.” Eu chorei de raiva de mim mesmo. E agi: lancei meu primeiro curso de violão. Foram 235 alunos e cerca de R$25 mil em um mês.
Vou te contar uma coisa que quase ninguém conta. No mês seguinte, as vendas despencaram 72%. Eu tinha provado que era capaz, mas continuava pensando como o músico que vende a hora por R$200.
Um segundo mentor me disse a frase que virou a chave: “Só você não está enxergando. Você está se sabotando.” Ali eu entendi:
O meu resultado tinha mudado. A minha identidade não.
Quando a identidade mudou, todo o resto acompanhou. Hoje, o negócio que eu construí a partir da música fatura R$1 milhão por ano. No estúdio, já cobrei R$1.000 por uma gravação e produzo para uma cantora que me paga R$20 mil por mês. O menino tímido virou alguém que fala, ensina, faz amizades, e conheceu a esposa através da música.
E o mais importante: eu voltei a tocar por prazer. Como no primeiro instrumento.

O Novo Músico é uma comunidade para músicos que já tocam e querem voltar a evoluir, com aula ao vivo toda semana, análise das suas gravações e um grupo de músicos ao seu lado. Aqui o instrumento é o caminho, e o destino é você: mais seguro, mais livre e mais bem pago.
Você não precisa acreditar em mim. Ouça quem já está lá dentro.
“Eu tocava há X anos e…” O antes, o momento em que mudou e o depois.
O mesmo trecho tocado antes e depois, em áudio ou vídeo.
Trabalho fechado, cachê, convite, ou “voltei a gostar de tocar”.
Não foi falta de esforço. Foi o formato.
O que te trava nunca foi o talento. É estudar
O vício mais caro é o que você não percebe. Uma gravação analisada economiza meses de tentativa.
De 15 a 30 minutos, com músicas que você já toca no show. O estudo cabe entre o trabalho e o ensaio.
Motivação vai e volta. Uma aula ao vivo no calendário te traz de volta para o instrumento.
Ouvido, improviso, criatividade, agilidade e sonoridade servem para guitarra, teclado, sopro, bateria ou voz.
Toda semana de carreira ensina posicionamento, proposta, contrato e preço, porque evoluir e não ser pago por isso é só metade do caminho.
Diagnóstico, rotina possível e o primeiro hábito repetitivo quebrado.
Treino de ouvido aplicado: tirar música mais rápido e reagir quando o show muda.
Improviso com ideias próprias e uma sonoridade que é sua.
Disciplina, presença, menos timidez e uma rede que lembra de você.
Posicionamento, proposta, preço e música como negócio, no tradicional e no digital.
Leia a primeira lista de novo. Se você se reconheceu, o seu lugar está aqui.
Antes de qualquer aula, você descobre onde está e para onde vai. Você para de estudar no escuro.
Três encontros por mês dedicados ao instrumento (ouvido, improviso, criatividade, agilidade e sonoridade) e um dedicado à carreira e ao negócio. Toda aula musical fecha com a ponte: o que essa habilidade muda no seu palco, nas suas relações e no seu trabalho.
É aqui que o retorno acontece: você mostra o que está tocando e sai sabendo o que ajustar.
Todos os dias. Dúvidas, gravações, conquistas, parcerias. Você nunca mais trava sozinho.
Uma meta, um prazo e um grupo inteiro fazendo junto. A disciplina deixa de ser peso.
Todas as aulas gravadas e os cursos-bônus, para quando a vida não deixar você estar ao vivo.
A partitura foi uma das coisas que mais me fizeram sentir uma fraude. Ela não precisa ser isso para você.
Objeção quebrada: “Eu só sei tocar de ouvido e vídeo.”
Anos de orquestra, palco e sala de aula, condensados para quem quer dominar o violão de verdade.
Objeção quebrada: “Preciso de técnica específica, não só de teoria.”
Um recurso para quem quer que o seu som desperte aquele “o que foi isso?” em quem está ouvindo.
Objeção quebrada: “Meu som é igual ao de todo mundo.”
A minha assinatura no instrumento, aberta para você estudar como uma voz própria se constrói.
Objeção quebrada: “Quero aprender com quem vive disso.”
Eu não vou contar aqui. Os bônus 5 e 6 serão revelados para quem estiver dentro do grupo, no momento da abertura. Objeção quebrada: “Posso deixar para depois.”
Para a Black, preparei uma condição diferente, e ela só vai existir dentro do grupo,

Carlos Jr: violonista, produtor musical, educador e fundador de O Novo Músico.
Ele não é a prova de que alguém nasce pronto. É a prova de que ninguém evolui sozinho.
Você tem 7 dias depois da entrada para viver O Novo Músico por dentro: assistir à aula ao vivo, enviar a sua primeira gravação, conversar no grupo e explorar a área de membros.
Se não sentir que encontrou o retorno que faltava, peça o reembolso. Os detalhes de como fazer isso são apresentados no grupo.
Você se ouve evoluindo de novo e fica.
Ou você recebe o seu dinheiro de volta.
O único caminho em que você perde é o de continuar tocando sem retorno.
Capacidade
Serve. Este é exatamente o músico para quem a comunidade foi feita.
Não tem problema. O trabalho é sobre habilidades de músico. Só alguns bônus são específicos de violão.
Não. Platô não é idade, é falta de retorno.
Tempo
De 15 a 30 minutos por dia e uma aula semanal, que fica gravada.
A primeira vitória está planejada para os primeiros 7 dias.
Dinheiro
O valor regular é R$1.997. A condição de Black, as formas de pagamento e o tempo de acesso são apresentados só no grupo.
Técnica
Você vai para uma página de confirmação com o botão de entrada no grupo exclusivo de WhatsApp.
Confiança
7 dias de garantia.
Não. O grupo serve para a abertura das vagas. Você recebe as informações e decide no seu tempo.
Timing
Pode, mas as 50 vagas, a condição de Black e os 2 bônus secretos pertencem a esta abertura.
Amanhã você toca de novo, provavelmente bem, provavelmente igual. Daqui a um ano, a mesma frase no solo, o mesmo valor no cachê, a mesma pergunta voltando para casa: “será que é isso?”
Entrar no grupo, ouvir a proposta completa e decidir com calma. E, se decidir entrar, voltar a se ouvir evoluindo: direção, ritmo, alguém atento ao seu som, músicos ao seu lado, e 7 dias para ter certeza.
Talvez você já tenha percebido: a pessoa que leu esta página até o fim não é alguém que chegou no limite.
Valor regular: R$1.997. A condição de Black é só no grupo, e só para 50 músicos.